“Sempre”, de Vladimir Holan, trad. Bruno M. Silva

  Não que eu não goste de viver, mas a vida
é tão mentirosa
que mesmo se eu estivesse certo
teria que procurar a verdade na morte...

E é isso que estou a fazer.
 
(a partir da versão de Jarmila and Ian Milner, Selected Poems, Penguin)

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