“Porca”, de Vasko Popa (1922 – 1991), trad. Bruno M. Silva

 Só quando sentiu
A faca selvagem na garganta
É que o véu encarnado
Lhe explicou o jogo
E ela lamentou
Ter-se afastado
Do abraço da lama
E ter corrido nessa noite
Pelo campo alegremente
Veloz até ao portão amarelo
 
(a partir da versão inglesa de Anne Pennington, Selected Poems, Penguin)

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