“Cisnes Selvagens”, de Edna St. Vincent Millay (1892-1950), trad. Bruno M. Silva

Olhei o meu coração enquanto os cisnes selvagens sobrevoavam.
E o que vi que ainda não vira antes?
Apenas uma questão a menos ou a mais;
Nada que coincidisse com o voo de aves selvagens.
Coração fatigado, vivendo e morrendo sempre,
Casa sem ar, eu abandono-te e tranco a tua porta.
Cisnes selvagens, atravessem a cidade, atravessem
A cidade de novo, arrastando as pernas e bramindo. 

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