“Chuva”, de Raymond Carver (1938-1988) trad. Bruno M. Silva

Acordei esta manhã com
uma urgência terrível de ficar na cama
a ler. Tentei contrariar um pouco.

Depois olhei pela janela a chuva.
E desisti. E entreguei-me completamente
à manhã chuvosa.

Viveria eu de novo toda a minha vida?
Cometeria de novo os mesmos erros imperdoáveis?
Sim, se me dessem uma pequena oportunidade. Sim.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s