“Sobre a morte”, de John Keats (1795-1821) trad. Bruno M. Silva

I

Pode a morte ser sono, se a vida é apenas um sonho,
E os momentos de felicidade passam por nós como sombras?
Os prazeres são transitórios como visões,
E no entanto achamos que a maior dor é morrer.

II

Como é estranho que o homem deva vaguear sobre a terra,
Atravessar uma vida dolorosa, sem nunca esquecer
O seu duro caminho; nem ousar ver sozinho
A sua perdição futura, que não é senão despertar.
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